quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

ESTATURA BAIXA EM CRIANÇA, INFANTIL, JUVENIL; A DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO-DGH PODE ESTAR PRESENTE AO NASCER (CONGÊNITA), OU PODE SER O RESULTADO DE CONDIÇÃO MÉDICA. LESÃO CEREBRAL SEVERA TAMBÉM PODE CAUSAR COMPROMETIMENTO E APRESENTAR DEFICIÊNCIA NA SECREÇÃO DO GH: ENDOCRINOLOGIA- NEUROENDOCRINOLOGIA–FISIOLOGIA; DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

O crescimento lento pode primeiramente ser notado na infância e posteriormente na fase juvenil e continuar ao longo de seu amadurecimento pré-adolescente. Quando o pediatra envia ao endocrinologista ou neuroendocrinologista, este geralmente desenha a curva de crescimento da criança em um gráfico de crescimento. Crianças com deficiência do hormônio de crescimento têm um ritmo lento ou um comprometimento evidente de crescimento. O crescimento lento pode não aparecer até que a criança tenha de 2 a 3 anos de idade. A criança será muito menor do que a maioria das crianças da mesma idade e sexo. A criança ainda terá proporções normais do corpo, embora que a constituição de seu corpo pode tender a ser gordinho. Muitas vezes o rosto da criança parece mais jovem do que as crianças da mesma idade e sexo. A criança geralmente tem inteligência normal. Em crianças mais velhas, a puberdade pode chegar atrasada ou pode não ser tão evidente, dependendo da causa, entretanto, com a evolução etária acabará se caracterizando como uma criança, infantil, juvenil pequeno por diversas características. Um exame propedêutico detalhado juntamente com exames laboratoriais e instrumentais, incluindo peso, altura e proporções do corpo, mostram sinais de crescimento mais lento. A criança não vai seguir as curvas de crescimento normais. É considerado fora dos padrões de crescimento adequado se a criança, infantil, juvenil ou pré-adolescente não estiver dentro do percentil 25 a 75. O Raio X da mão pode determinar a idade óssea seguindo entre outros os padrões de Pyle & Greülich um dos mais comuns utilizados, entretanto, em geral o punho pode ser um dos primeiros a fechar as cartilagens de crescimento ou epífise óssea, nessas condições é desejável também efetuar o RX de ossos longos, principalmente dos membros inferiores. Normalmente, o tamanho e forma dos ossos mudam quando uma pessoa cresce. 
Essas mudanças podem ser vistas em um Raio-x e, geralmente, seguem um padrão ao ocorrer o crescimento da criança. O teste é geralmente feito após o endocrinologista ou neuroendocrinologista examinar outras causas de crescimento deficiente. Os testes que podem ser feitos incluem: O hormônio de crescimento–GH basal e por estímulo, faz com que o organismo produza fator de crescimento insulina símile 1 (IGF-1) e o fator de crescimento insulina símile proteína de ligação 3 (IGFBP3) ou vinculativo. Os testes podem medir estas fatores. A acurácia do crescimento em casos de deficiência do hormônio de crescimento é testado e envolve um teste de estimulação. A MRI (Ressonância Nuclear Magnética da cabeça pode mostrar o hipotálamo e a hipófise) Testes para medir outros níveis de hormônio podem ser feitos porque a falta de hormônio de crescimento pode não ser o único problema. Em resumo, deve ser feita uma avaliação completa e precisa, vista que, eventualmente precisará de doses precisas e de grande importância para toda a sequência da vida de humanos, pois ela interfere “ad eternum”.


Dr. João Santos Caio Jr.

Endocrinologia – Neuroendocrinologista

CRM 20611


Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930

Como saber mais:
1. A terapia intermitente com GH–hormônio de crescimento em criança, infantil, juvenil também tem sido defendida em crianças com (RCIU (P.I.G.–pequeno para idade gestacional))...
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com.

2. Um estudo foi desenhado para avaliar o crescimento estatural (altura longitudinal ou linear) de crianças com RCIU-PIG após a descontinuação de um tratamento com GH–hormônio de crescimento de dois anos...
http://longevidadefutura.blogspot.com

3. Na última visita, a terapia de GH-hormônio de crescimento não parece ter tido qualquer efeito no prognóstico da altura. Essa descoberta mostra que o GH deve ser administrado continuamente para melhorar a estatura final em crianças pequenas para idade gestacional intraútero, PIG ou RCIU...
http://imcobesidade.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H.V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Saggese G, Ranke MB, Saenger P, Rosenfeld RG, Tanaka T, Chaussain JL, et al. Diagnosis and treatment of growth hormone deficiency in children and adolescents: towards a consensus. Ten years after the Availability of Recombinant Human Growth Hormone Workshop held in Pisa, Italy, 27-28 March 1998. Horm Res 1998;50:320-40. Vimpani GV, Vimpani AF, Lidgard GP, Cameron EH, Farquhar JW. Prevalence of severe growth hormone deficiency. Br Med J 1977;2:427-30. Hanew K, Tachibana K, Yokoya S, Fujieda K, Tanaka T, Igarashi Y, et al. Studies of very severe short stature with severe GH deficiency: from the data registered with the foundation for growth science. Endocr J 2005;52:37-43.Pena-Almazan S, Buchlis J, Miller S, Shine B, MacGillivray M. Linear growth characteristics of congenitally GH-deficient infants from birth to one year of age. J Clin Endocrinol Metab 2001;86:5691-4. Setian N, Aguiar CH, Galvao JA, Crivellaro CE, Dichtchekenian V, Damiani D. Rathke’s cleft cyst as a cause of growth hormone deficiency and micropenis. Childs Nerv Syst 1999;15:271-3. Ogilvy-Stuart AL. Growth hormone deficiency (GHD) from birth to 2 years of age: diagnostic specifics of GHD during the early phase of life. Horm Res 2003;60:2-9. Sorgo W, Zachmann M, Tassinari D,Fernandez F, Prader A. Longitudinal anthropometric measurements in patients with growth hormone deficiency. Effect of human growth hormone treatment. Eur J Pediatr 1982;138:38-45. Gibson AT, Carney S, Cavazzoni E, Wales JK. Neonatal and post-natal growth. Horm Res 2000;53(Suppl 1): 42-9. Ahmed SF, Wallace WH, Kelnar CJ. An anthropometric study of children during intensive chemotherapy for acute lymphoblastic leukaemia. Horm Res 1997; 48:178-83. Marin G, Domene HM, Barnes KM, Blackwell BJ, Cassorla FG, Cutler GB Jr. The effects of estrogen priming and puberty on the growth hormone response to standardized treadmill exercise and arginine-insulin in normal girls and boys. J Clin Endocrinol Metab 1994;79:537-41.
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